brasão_edited.png

 

JORNAL ESCOLAR

*ESCOLA DE CIVISMO E CIDADANIA*

CEPMG PROF.ª AUGUSTA MACHADO

1ª Edição - 6 de Maio de 2021 - ANO 1

HIDROLÂNDIA/GO

O raciocínio lógico é uma característica cada vez mais requisitada no mercado de trabalho, sendo uma ferramenta requisitada a profissionais de absolutamente todas as áreas. Conferir o troco do supermercado, decidir qual caminho fazer para chegar ao trabalho e até discutir com o parceiro são exemplos de inúmeras situações do dia a dia que exigem esse tipo de raciocínio. Por isso, investir em ginástica cerebral — sim, é possível “malhar” o cérebro, com ajuda de passatempos e enigmas, inclusive — é fundamental para desenvolver tal habilidade e garantir melhores desempenhos, além de mais saúde mental e ser uma fonte de diversão. É preciso muito foco, interpretação de texto e raciocínio lógico para desvendar desafios. Que tal testar suas habilidades? Vamos tentar?

RACIOCINIO.png
nadynne.PNG

SEJA COMO UM GIRASSOL: DE COSTAS PARA O ESCURO

E DE FRENTE PRA LUZ

Desenho da aluna Nadyanne Vitória | 9º Ano B - 13 anos

JORNAL: A senhora está à frente da coordenação de um dos turnos de uma escola que adotou o sistema militar a pouco tempo. Como tem sido a experiência como coordenadora nesse período?

Cejana Machado: Quando eu comecei no projeto do colégio militar fazia apenas 6 meses que o colégio tinha se tornado um projeto de colégio militar. E tem sido gratificante participar desse projeto, ver o crescimento da escola, da comunidade escolar como um todo, ver o engajamento de todas as pessoas que fazem parte desse projeto. Tem sido gratificante e bastante empolgante pra mim. 

JORNAL: Quais mudanças mais relevantes são possíveis de observar após a transição?

Cejana Machado: Após a transição do Colégio Estadual Professora Augusta Machado para Colégio Estadual da Polícia Militar Professora Augusta Machado, a militarização fez com que toda a comunidade se sentisse valorizada, sentisse que realmente é possível recuperar uma comunidade escolar que estava tão defasada e valorizar, melhorar, fazer crescer.

Isso tem sido o principal nesse processo a ser observado. O quanto a escola melhorou fisicamente a olhos vistos e pedagogicamente também. Nós temos crescido bastante, fortalecendo o ensino aprendizado, fortalecendo a relação das famílias com a escola, fortalecendo a comunidade escolar como um todo. Tem sido observado um crescimento, em quase dois anos de colégio, um crescimento avassalador. A diferença do antes e do agora é enorme e extremamente importante pra nossa comunidade escolar.

JORNAL: Vivemos um momento único na história da humanidade com uma pandemia impactando diversos setores da educação. 

 

Que medidas a escola tomou para se adaptar ao ensino à distância devido ao isolamento causado pela pandemia? Que impactos tiveram?

Nesse período que vivemos a pandemia do Covid-19, a escola tomou medidas que visam, nesse processo, atender aos nossos alunos e suas necessidades educacionais com a maior presteza possível.

Assim que iniciou a pandemia nós tivemos alguns momentos de resgatar, de trazer o aluno pra mais próximo dos professores, da coordenação, da sessão disciplinar, por meio das redes sociais. Incentivando esses alunos a buscarem atividade, a reavivarem os conteúdos que já tinham visto, reforçarem a importância do estudo e nesse segundo semestre, a partir do momento que foi detectado que a pandemia duraria mais tempo que o previsto inicialmente, iniciamos com aulas online. Essas aulas são dadas de casa, são dadas para o aluno que está em casa acompanhar os conteúdos, entender os conteúdos, realizar as atividades com a colaboração e o ensino do professor, corrigir atividades. Então, o aluno, dentro de sua casa, hoje, tem condições de alcançar êxito nos conteúdos prioritários de cada série. Essas são as medidas que nós tomamos para que esse impacto na educação seja um pouco menos grave, seja um impacto mais leve no ensino aprendizado. Um impacto que pós pandemia seja possível reverter qualquer dano que ela cause, qualquer prejuízo que cause no ensino aprendizado.

Os impactos imediatos que nós tivemos foi de mudança radical dos nossos sistemas de monitoramento e acompanhamento das aulas e da aplicação dos conteúdos, da aplicação de todo ensino. Fazer um ensino não presencial tem sido um desafio constante e o impacto disso na vida de cada um foi muito grande emocionalmente, mas não foi tão chocante e tão grande assim por que nossos jovens já estavam um pouco acostumados com as redes sociais. 

Mas assim mesmo, fazer com que cada um se acostume a uma nova realidade foi um grande desafio pra nós.

Hoje nós estamos caminhando com mais tranquilidade no sistema de ensino não presencial.

Nesse novo normal que estamos vivenciando. As crianças já estão conseguindo alcançar êxito na busca dos conteúdos nas nossas aulas online à distância.

JORNAL: Como a senhora imagina o retorno às aulas pós pandemia?

 

O retorno das aulas pós pandemia tem causado um pouco de insegurança pra nós que estamos à frente, coordenando o ensino e aprendizagem. Nós cremos que a partir de agora nada vai ser 100% como antes. Acreditamos que o ensino não vai voltar a ser só aquele tradicional de antes. As tecnologias nos mostraram o quanto estávamos perdendo em não ter tempo de planejá-las com cuidado, de executá-las com cuidado. Nós precisamos engajar a tecnologia ao nosso dia-dia e pós pandemia. Certamente esse será um fator colaborativo no ensino aprendizagem. Ter mais tecnologia na sala de aula, ter mais possibilidades de estudos para os nossos alunos a partir do que vivenciamos durante a pandemia. Imagino que seja um retorno com muita ansiedade, com muita saudade da convivência humana, do calor humano, do contato humano. Mas também será um momento em que a gente vai aproveitar desse outro lado do ensino de casa, no ensino online, pra implementar as nossas aulas e estudos e torná-lo ainda mais eficaz. Essa é a esperança de todos nós que lidamos com educação hoje em dia. E a minha esperança é que realmente as coisas não voltem atrás e sim cresçam, melhorem, prosperem usando o material humano, mas também usando a tecnologia.

Coordenadora Pedagógica fala sobre os desafios da escola na Pandemia

ENTREVISTA

Coordenadora Cejana Machado Ferreira

EDITORIAL

Sejam todos bem-vindos a este espaço de leitura tão sonhado já há um ano por aqueles que estão envolvidos em um jornal escolar: professores, alunos, funcionários, associação de pais e mestres e comunidade escolar em geral.

            Este é o primeiro número do Jornal Escolar, agora no formato online, como tudo à nossa volta, como a nossa própria vida reinventada pelo processo de isolamento social. A princípio, em março de 2020, planejávamos como seria lido o jornal impresso ou escrito à mão pelos nossos alunos; estávamos nos organizando com as entrevistas, o conhecimento dos vários tipos de textos que compõem esta mídia, com a seleção difícil de poemas, contos, recados para amigos, caricaturas, tirinhas e tantas outras produções textuais realizadas pelas turmas do CEPMG. Hoje, em meio à pandemia, às aulas remotas, à saudade do ambiente escolar, à falta de abraço, a perdas de pessoas tão importantes em nossas vidas, à tristeza, expectativas e um grande misto de sensações estamos aqui, neste espaço democrático, como deve ser o de um jornal dentro da escola,

9 de Maio

Dia das Mães

8a3bca12d0189fc57b7371f7d4327360.jpg

também com o desafio de escolher apenas alguns dentre tantos bons textos produzidos por eles; a diferença é que frente a tanta mudança estamos diante de textos que expressam o que sentimos no nosso dia a dia, com pouca familiaridade com os gêneros textuais que compõem um jornal, mas com o mesmo objetivo de antes, de que é fazendo que aprendemos a fazer o que nos propomos a fazer melhor. O Jornal Escolar surge para dar voz a quem gosta e sente necessidade de escrever, porque assim nos descobrimos, mas ele também surge para quem quer fazer parte de um lugar em que a escola é mais que um prédio, como diz Paulo Freire, é o lugar por onde se pode começar a melhorar o mundo com a nossa participação. O nosso intuito é que todos colaborem em todas as edições; que todos tenham voz, e que aqui seja o nosso lugar. Para o Colégio Militar, que se constrói a cada dia para ser “escola asa”, como diz nosso outro mestre Rubem Alves, cabe apenas encorajar o vôo desses alunos-pássaros

que “cantam” a vida de forma tão linda; não porque seja possível ensinar um aluno-pássaro a voar. O mestre Rubem Alves já nos mostra que esse nunca foi o papel da escola. “A essência do pássaro é o vôo”. A escola só o encoraja a ir mais e mais alto: na vivência do dia a dia, na compreensão das experiências adquiridas, na capacidade de sonhar, na escrita da própria vida!

Despedimos de uma sexta-feira, cheios de planos para a semana seguinte: semana de simulados, estudos focados em avaliações, aulas de revisão de conteúdo, reuniões, eventos, formação militar na frente da colégio... Não pudemos voltar na segunda-feira, meio do mês de março de 2020, anunciada a Pandemia mundial do covid-19. Inicialmente, por 15 dias, prorrogados por mais 30, prorrogados por tempo indeterminado. Viver a espera, a ansiedade do retorno nos abalou intensamente. Tudo era novo e de repente nos acostumamos ao “novo normal”: não sair sem que seja realmente preciso, se sair usar máscara, usar álcool em gel, lavar as mãos infinitas vezes ao dia. O pior foi o “nada de abraços”, sem festas, sem interações reais, sem calor humano. Com isso, sem alunos e professores dentro da escola. Mas não dá para esperar quando se trata de educação. Não dá para deixar pra depois, para quando tudo passar. Quem sabe quando tudo vai passar de fato? Foi aí, nesse exato momento, no meio de todo caos e insegurança que descobrimos um lado do professor que ainda não tínhamos visto: Eles foram para frente do computador (comprado em várias prestações), aumentaram os pacotes de internet e descobriram o mundo dos vídeos, slides, fotos, imagens. O contato, antes tão caloroso com abraços e carinhos, passou a ser virtual, através de uma tela, com tempo marcado, com uma visão meio embaçada, ora travada ora lenta ora desajeitada. Câmeras ligadas, depois desligadas para não pesar a internet. Microfones ligados para perguntar, desliga para ouvir o professor. Pergunte no chat. Mandem suas dúvidas no grupo de WhatsApp, respondam atividades na plataforma, enviem as coisas por e-mail... Se isso tudo não se parece com aqueles filmes do Steven Spielberg, muita ficção científica, mundo tecnológico, virtual, irreal, o que mais se parece? Irreal? Não, lembra? Novo normal! Privacidade e horário de trabalho não são mais uma opção. Recebem mensagens o dia todo, a todo instante. Às vezes porque o sinal de internet na casa do aluno é tão ruim que ele manda a mensagem quando dá, e é claro que os professores entendem.

Parece que acordei no filme do Spielberg

REANP, Aulas Síncronas, Aulas Assíncronas, Online, Offline, Plataforma, Sistema? - Por Prof.ª Cejana Machado  

A VIDA É CURTA

Poesia do aluno Alexandre Lopes

8º Ano A - 12 anos

professores pandemia coronavirus EAD esc

Às vezes porque tudo que eles precisam é de dizer que não deu pra assistir a aula, não conseguiram resolver o exercício ou só querem mesmo dizer que não estão bem. Vivemos esperando o dia em que tudo voltará ao normal, que poderemos novamente entrar na escola e ocupar aquele espaço todo, o nosso espaço. Vivemos esperando o tempo ser generoso e nos devolver nossa vida, nossos planos, nossas festas, nossas reuniões. Acontece que nenhum professor realmente ficou parado à espera. Eles não podem esperar para que nossos alunos tenham acesso aos conteúdos, disciplinas, conhecimento. Não podem ficar esperando para dar suporte aos nossos alunos, ser para eles a força que tanto esperam. Não puderam e não ficaram à espera. Ao contrário, foram lá e se reinventaram, recriaram, desconstruíram e reconstruíram e isso passou a ser “normal”. Se descobriram para além do magistério. Uniram a pedagogia, didática, práticas de sala de aula ao acolhimento, compreensão, apoio. Se hoje a educação ainda está acontecendo seja de forma que for, o super herói que não deixou o mal vencer foi O PROFESSOR. Tenha o nome que tiver, aulas online, REANP, síncronas, é o professor que se esforça e age para que tudo aconteça. E o que aprendemos com eles que foram tão criticados

por estarem “só em casa”, por estarem confortáveis e “ganhando sem trabalhar direito”? Aprendemos que aconteça o que acontecer com a humanidade, o professor estará lá para recriar, acolher, segurar na mão do aluno e dizer: “Vamos, estou aqui com você”!

Alunas produzem vídeos sobre a importância de preservar a natureza

As alunas Isabela Aleixo (9ºB) e Nadyanne Vitória (9ºB) dão dicas simples para melhorar o mundo e preservar seus recursos naturais

A importância da Banda Marcial e das aulas de música em tempos de distanciamento social

Fundada em agosto de 2019, de forma voluntária e com os comandos do Professor José Leopoldo de Araújo Santos, a Banda Marcial do Colégio Estadual da Policia Militar do Estado de Goiás Unidade Professora Augusta Machado vem gerando uma gama de possibilidades aos alunos da escola, tanto no campo musical quanto cultural em nosso município.

Atualmente a cidade de Hidrolândia encontra-se carente de bandas marciais e projetos musicais escolares que poderiam preservar as tradições culturais, onde outrora eram de características marcantes em nossa cidade, e que agora se tornam novamente realidade em nossa unidade de ensino.

Trabalhar música em tempos de pandemia, além de todos os aspectos musicais também estimula a organização interna do indivíduo, a disciplina, a sensibilidade, o respeito para com o outro, a sociabilização, a expressão e o autocontrole, que são ingredientes básicos para formação de caráter saudável no meio musical.

WhatsApp%20Image%202021-04-23%20at%2007.
WhatsApp Image 2021-04-23 at 07.43.23.jp

Professor José Leopoldo de Araújo Santos

WhatsApp Image 2021-04-23 at 07.43.23 (1

Pensando em beneficiar os alunos do CEPMG Professora Augusta Machado, a equipe disciplinar e pedagógica, visa quantificar e aprimorar as aulas de música, disponibilizando os instrumentos musicais aos alunos. Unificando teoria e prática musical tornaremos as aulas, mesmo em tempos de pandemia, uma realidade aos nossos educandos.

"música em tempos de pandemia (...) estimula a organização interna do indivíduo"

Dona Gercina: uma mulher admirável

Diz o ditado que por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher. Pois penso diferente: ao lado de um grande homem há sempre uma grande mulher. Assim foi com Pedro Ludovico Teixeira que teve ao seu lado sua esposa Dona Gercina Borges Teixeira como companheira não só para a vida, mas também na política. Para aqueles que não sabem, Pedro Ludovico Teixeira foi interventor e governador de Goiás entre os anos de 1930 a 1945, sendo o responsável pela concretização de um interesse antigo: transferir a capital do Estado para outro local. Sim, Pedro Ludovico Teixeira foi o responsável por idealizar e construir uma cidade que seria a nova capital do Estado de Goiás, a cidade de Goiânia. Porém, não é sobre Pedro Ludovico que iremos falar, mas sim sua esposa Dona Gercina. Filha de político, Dona Gercina nasceu em 1900, fez Magistério na cidade de Franca, interior de São Paulo e se casou com o médico Pedro Ludovico em 1918. Dona Gercina não se relegava somente ao papel de esposa, mas também era uma aliada política, a quem Pedro Ludovico sempre recorria para se aconselhar antes de tomar alguma decisão relevante.

gercina_edited.jpg

Conseguia apoiadores políticos das camadas populares a seu marido por meio de suas ações de caridade (não que a fizesse com esse objetivo, mas o apoio ocorria de forma natural devido as suas ações sociais). Em seu tempo de primeira-dama do Estado de Goiás, ficou conhecida como “Mãe dos pobres” devido a sua preocupação com os menos afortunados. Foi a idealizadora da fundação da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia, fundadora e primeira presidente da Legião Brasileira de Assistência (LBA) em Goiás e uma das fundadoras da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG). Sempre preocupada com os mais pobres, dedicou-se a 

conseguir recursos para construção de abrigos nos bairros de periferia chamado de “Vila dos Pobres”, entre muitas outras ações sociais. Outra peculiaridade de Dona Gercina era a de ser uma ótima cozinheira. Entre as peças encontradas no Museu Pedro Ludovico, antiga residência do casal, encontra-se um livro de receitas o qual foi publicado originalmente em 1998 e reeditado em 2014. A particularidade do livro é que ele foi publicado com o manuscrito original de Dona Gercina, contendo 157 receitas que vão desde as mais singelas como receitas de bala de coco, bolos, doce de leite, gelatinas e sucos, até as mais sofisticadas como o arroz com camarão, carne assada ao molho escuro, omelete de bacalhau com arroz, rosbife e talharim. Agora que você já conheceu um pouco da grande mulher goiana que foi Dona Gercina, que tal conhecer também a sua culinária, fazendo uma de suas receitas? Abaixo uma receita contida em seu livro. Faça e nos conte sua experiência na cozinha com uma das receitas de Dona Gercina.

Bolo Campineiro

 

4 chávenas de farinha de trigo

3 chávenas de assucar

1 chávena de manteiga de leite

1 chávena de leite

5 ovos batidos primeiro as gemas com o assucar e a manteiga e por último as claras batidas em neve. Uma colherinha de pó Royal. (forno quente)

Obs.:

  • Chávena = xícara de chá,

  • assucar = açúcar, (escrito assim não é erro de grafia, mas uma forma antiga de escrita desta palavra que foi modificada de acordo com novos acordos ortográficos ao longo dos anos.)

  • pó Royal = fermento.

Pré-aquecer o forno e assar o bolo em forno a 180º por mais ou menos 30 a 40 minutos.

bule.jpg
receita.jpg

Hoje resolvi contar um pouco da minha nova história. Em 13 de julho de 2020, o meu pai faleceu. Desde então, tive minha vida completamente modificada, e tudo passou a ser um pouco mais difícil. Embora seja muito dolorido para mim, tenho consciência de que seja assim para todos que perderam alguém especial.

Costumo dizer que perdi o grande amor da minha vida, o meu homem. É triste saber que não o tenho mais aqui e se eu tivesse mais uma única oportunidade, largaria tudo para lhe dar um abraço e dizer o quanto eu amo.

Todos querem e pensam em desistir ao pensar que não conseguirá seguir em frente. Mas o meu conselho sempre é pedir forças a Deus, sem julgamentos ou inconformismo. Questionei muito a Deus no momento em que soube da notícia mas sei que quem está aqui comigo cuida muito bem de mim e da nossa família.

Difícil sempre será mas temos que seguir em frente, colocar a cabeça naquilo que precisamos para ser feliz.

  1. Se houver 10 peixes em um tanque e 5 deles se afogarem. Quantos ainda estão vivos?

  2. O que a mãe da sogra da esposa do seu irmão é minha?

  3. Você está dirigindo um ônibus com 43 a bordo saindo de São Paulo. Ele parou em Guarulhos para pegar 7 pessoas e deixar 5 passageiros e parou em Santos para deixar 8 passageiros e pegar mais 4. Finalmente, chegando à Filadélfia 20 horas depois. Qual é a idade do motorista?

  4. Há um pato entre dois patos, um pato atrás de um pato e um pato na frente de outro pato. De quantos patos estamos falando?

  5. No meu jardim existe 3 pés de alface, 1 de pepino e 5 de cenoura. Quantos pés eu tenho no total?

  6. Uma família resolveu passear de carro. Nele entraram 1 avô, 2 pais, 2 filhos e 1 neto. Qual o número mínimo de pessoas dentro do veículo, afinal?

Força

Nathiely Cristina 2º Ano B

1486576_470074_edited.jpg

Preciso estudar, me formar e realizar todos os meus sonhos e honrar o meu pai. Não desistam, tenham forças e fé, quando vencemos tudo fica mais fácil.

Raciocínio Lógico

Revivendo momentos

Professor Maurício Leal

Em algum momento da sua vida social, você deve ter se deparado com a sigla TBT, principalmente em fotos no instagram e se não foi tbt, também pode ter sido #Throwback, #ThrowbackThursday.

Toda quinta feira a hashtag TBT é muito utilizada pelos usuários da web, só no Instagram o famoso jogo da velha já aparece mais de 503 milhões de vezes na busca de tag. Além disso, segundo uma pesquisas a palavra tbt foi uma das mais pesquisadas pelos brasileiros em 2018 no Google. Mas o que de fato significa tbt nas redes sociais?

A #TBT é nada mais, nada menos do que o termo Throwback Thursday. A primeira palavra quer dizer retrocesso, regresso, retorno ou revista. Junto com o Thursday, a sigla é traduzida como quinta-feira do retrocesso. Mas não no sentido de perder algo ou voltar atrás depois de uma conquista. O termo tem a função de relembrar um momento marcante registrado em fotos antigas. Então após tudo o que já leu que tal relembrar os momentos marcantes do CEPMG – Professora Augusta Machado com um #TBT cheio de emoções.

TBT

67687239_393642074687548_201561548588400
67844414_875569972817212_629548558168394

MEME DO MÊS

Meme.jpeg

PAINEL CURIOSO

Em maio de 1994, o mundo do automobilismo perdia um de seus maiores pilotos e o Brasil dava adeus a seu maior ídolo. Ayrton Senna, tri campeão de Fórmula 1, morreu após colidir no muro da curva Tamburello no Grande Prêmio de San Marino na Itália, num fim de semana turbulento com vários acidentes, incluindo o do brasileiro Rubens Barrichello e o do piloto Roland Ratzenberger que também não resistiu.

ayrtonsenna.jpg

Professor Maurício Cordeiro Esteves

 Senta que lá vem a história 

"questionei muito a Deus no momento em que soube da notícia"

"ficou conhecida como 'Mãe dos pobres' devido a sua preocupação com os menos afortunados"

2a85438d458c6ac144e02ece426bfd17.png

A vida é curta demais 
para longas brigas,
longas angústias
longas dores,
longos pudores.


Curta demais para
não desculpar,
não viver,

não amar...


A gente sempre
espera pelo amanhã.
Haverá?

Contribuíram com essa edição: Prof.ª Aline Flávia P. de Araújo, Prof.ª Leandra Alves, Prof.ª Danielle Ferreira, Wembley Almeida e Henrique Machado

Diagramação: Vinícius Machado

JORNAL ESCOLAR CEPMG PROF.ª AUGUSTA MACHADO - 1 EDIÇÃO - 6 DE MAIO DE 2021 - HIDROLÂNDIA - GO